Posts Tagged ‘cucina piemontese’

Evento La Cucina Piemontese: Serviço do vinho

1 de Maio de 2012

Veja detalhes deste evento:

http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.lacucinapiemontese.com.br%2Fblog%2F%3Fp%3D32&h=8AQHnPr8HAQEsjV0kr9jU7i_hfXaHNUu1BOuJrd4FZOn50A

Continuem com o post abaixo,

Ristorante La Cucina Piemontese

24 de Janeiro de 2011

O site do restaurante La Cucina Piemontese está no ar com todas as informações sobre pratos e vinhos, além de belas fotos. Visitem!
http://www.lacucinapiemontese.com.br

Rosés: Sedução além da cor

12 de Novembro de 2010

Infelizmente, o consumo de vinhos em nosso país é ditado pelos tintos, a despeito dos pratos escolhidos ou da época do ano. Os brancos ficam à margem do consumo e os rosés, nem se fala. Para piorar a situação, rotularam estes vinhos como vinhos de segunda categoria, que não têm personalidade, e vai por aí afora.

Se você não tem preconceitos, posso afirmar que está perdendo uma bela oportunidade para ampliar seus horizontes enogastronômicos. Primeiramente, vamos elucidar abaixo os processos de elaboração dos verdadeiros rosés, que estão muito longe de simplesmente misturar vinho branco com vinho tinto:

Pressurage

Termo francês que designa uma prensagem suave de uvas tintas antes da fermentação alcoólica, com controle de temperatura. As uvas são prensadas por um breve espaço de tempo (normalmente de 12 a 24 horas) dentro de um tanque, extraindo cor das cascas de maneira bem delicada. Após esta maceração, as cascas são separadas do mosto e dá-se a fermentação, a exemplo de um vinho branco. A cor deste tipo de rosé lembra o salmão, e é muito característica dos vinhos da Provence (região francesa mundialmente reputada pelos seus rosés). São os rosés mais delicados, com ótimo frescor e muito gastronômicos.

Dois belos rosés de estilos distintos

Saignée

Termo francês que designa sangria, ou seja, o mosto de uvas tintas com as cascas começa a fermentar, com uma crescente extração de cor. Passado algum tempo (normalmente de 24 a 48 horas), o mosto é drenado pelo fundo da cuba de fermentação e transferido para outro tanque, onde dá-se a fementação com controle de temperatura, agora sem o contato das cascas. Este tipo de rosé apresenta cor mais acentuada, lembrando cerejas. É mais encorpado, frutado e intenso (tanto aromática, como gustativamente).

No restaurante Cucina Piemontese em Alphaville, tenho os dois rosés exemplificados na foto acima. O rótulo à esquerda, Domaine Sorin Terra Amata, é um típico provençal, de corpo médio, aromas delicados lembrando flores, frutas cítiricas, ervas e especiarias. Já o rótulo à direita, Julián Chivite Gran Feudo, é um dos melhores rosés de Navarra (região espanhola vizinha à Rioja), com boa intensidade de fruta, mais encorpado, mais macio porém, sem perder o frescor.

Domaine Sorin  (Decanter) – www.decanter.com.br

Julián Chivite (Mistral) –  www.mistral.com.br

Cucina Piemontese – www.lacucinapiemontese.com.br

Próximo post: Rosés da Provence

 


%d bloggers like this: